Vereador eleito para a sétima legislatura, com mandato de 1881 a 1885, mas que foi interrompida em 1883, Francisco de Oliveira Bueno foi empossado em 24/1/1881 (Atas, 4:49).
Não foi possível apurar sua filiação e naturalidade, parecendo ser adventício em Amparo.
A primeira informação que colhemos foi a de que o
Alferes Francisco de Oliveira Bueno e sua mulher Ana da Silveira Bueno venderam em 3/2/1874 duas glebas terra em Mogi-Mirim a José Gonçalves da Silveira, havidas por herança de seus pais João da Silveira Franco e Rosa Maria de Jesus. Uma das glebas ficava no sítio Caputera e outra no lugar denominado Frutal. (1º of., 306) Este João da Silveira Franco, natural de Atibaia, havia casado em 1831 em Mogi Mirim com Rosa Maria de Sousa, de Mogi Mirim, filha do Capitão Pedro José Ferreira e Joana Gonçalves Lopes; era filho do patriarca Francisco da Silveira Franco e de sua primeira mulher Ana Gertrudes Franco.
O Alferes Francisco de Oliveira Bueno e sua mulher Ana da Silveira Bueno outorgaram procuração a Bernardino de Campos em 12/11/1875 para uma manutenção de posse no bairro da Cachoeira. (1º of., 35:29)
Em 10/5/1880, entre os inspetores de caminho, é mencionado Francisco de Oliveira Bueno. (Atas, 4:31v) Em
6/6/1881, apesar de já ser vereador, o Inspetor Francisco de Oliveira Bueno foi multado, em razão do caminho pelo “Sujo” estar mal feito.(Atas, 4:63)
Em 5/12/1881, o já Capitão Oliveira Bueno, o mais votado entre os presentes, preside a sessão da Câmara. (Atas, 4:77v)
Nenhuma outra informação sobre ele foi encontrada até agora.